GOIÁS / BRAZIL: guarani de goiás
Mostrando postagens com marcador guarani de goiás. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador guarani de goiás. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de fevereiro de 2021

TERRA RONCA / GOIÁS / BRAZIL




O número é incerto, mas estima-se que o Parque Estadual de Terra Ronca, em Goiás, guarda cerca de 300 grutas. Entre as que são abertas a visitação duas se destacam. A primeira é a Angélica, com acesso por trilha tranquila, tem 17 km de extensão e cerca de dez salões que ostentam formações como estalactites e estalagmites. 
A segunda gruta que merece destaque é a Terra Ronca 1, que é cortada por um rio e tem entrada rente à estrada que atravessa o parque – seu interior chega a 90 metros de altura e desemboca em um altar onde é realizada a Festa do Bom Jesus da Lapa (sempre no dia 6 de agosto). 
Para aproveitar bem a viagem, é essencial dormir por aqui, numa das hospedarias que rodeiam o Povoado São João, (leia em Hotéis). Os guias são indispensáveis. Na mala, coloque roupas leves, tênis, lanche e repelente.
A lavoura chegou no limite do Parque Estadual de Terra Ronca, Goiás
PARQUE ESTADUAL DE TERRA RONCA / GOIÁS / BRASIL
600 milhões de anos atrás, a natureza se encarregava de formar uma das mais espetaculares atrações subterrâneas do hemisfério sul: as Cavernas de “Terra Ronca”, hoje consagradas como um dos maiores complexos espeleológicos, não só do Brasil, como da América Latina e também do mundo.
O nome do Parque soa estranho: “Terra Ronca”. A expressão deriva do rugido dos rios que atravessam as cavernas, e do burburinho das cachoeiras que despencam em suas entranhas.
Camufladas entre a paisagem ressequida do cerrado, e emolduradas pelo suave contorno da Serra Geral de Goiás, as cavernas do Parque, oferecem um ecoturismo de grande aventura, recheado de emoção e adrenalina.
Pouco conhecido e quase inexplorado o Parque de Terra Ronca vem despertando interesse de espeleólogos, geólogos, biólogos, turistas, e, particularmente, dos aventureiros, amantes da natureza e dos esportes radicais.

No complexo, estão grandes sistemas de cavernas do Brasil. São mais de 60 cavernas “molhadas” atravessadas por rios, e 200 “cavernas secas”, mas apenas algumas foram exploradas, entre elas a Angélica, Terra Ronca I e II, São Vicente, São Bernardo, Lapa do Bezerra e São Mateus.
Sete delas constam da lista das trinta maiores cavernas do Brasil. A Angélica, com 14.100 metros de extensão é a 4ª colocada do país. São várias cavernas esculpidas por rios, com formações moldadas durante milhões de anos, desde que a região era banhada pelo mar, no período Pré-Cambriano superior.
O parque da Terra Ronca foi criado em 1989 para preservar o complexo de cavernas, berço de incríveis formações calcárias, como as gigantescas colunas de estalactites, estalagmites (formadas por gotinhas impregnadas por calcário que pingam por milhares e milhares de anos).
As nascentes de águas límpidas, que correm dentro das grutas, oferecem um espetáculo à parte, os “bagres cegos”, que por viverem na escuridão das cavernas, ficaram albinos e cegos. Até nas pocinhas é possível ver essa rara espécie de peixe, cuja atrofia dos órgãos da visão e a despigmentação, representam não apenas um exemplo vivo de uma fauna ameaçada de extinção, mas um patrimônio genético inigualável para estudos sobre a evolução biológica das espécies
A região do parque fica no Planalto Central Brasileiro, a noroeste de Goiás, na divisa com o estado da Bahia. A melhor opção para se chegar até o Parque de Terra Ronca é partir da Capital Federal rumo ao nordeste Goiano. Seguindo pela BR 020, o caminho é por Formosa, Alvorado do Norte e Posse. Em Posse, deixa-se a BR 020 em direção a Guarani de Goiás. O Parque de Terra Ronca fica aproximadamente 40 km de Guarani de Goiás.
A cidade base para esse santuário natural subterrâneo é São Domingos, que fica 400 km de Brasília e aproximadamente uns 50 km de distância das cavernas.
Muitos preferem se hospedar em pousadas rurais e familiares (algumas bem simples) no povoado de São João Evangelista, ou em campings mais próximos das cavernas. Todavia, conhecer ou se hospedar na histórica cidade de São Domingos é uma experiência que vale a pena.
São Domingos tem sua origem relacionada com o garimpo do ouro no século 17º. O cartão postal da cidade são os casarões e a Matriz de São Domingos, do século 19º. São Domingos é banhado pelos rios: Maravilha e São Domingos, cuja represa formou um lago, onde as famílias fazem piquenique e a criançada se diverte em suas prainhas.
A pequena cidade de São Domingos oferece pouca infra-estrutura de turismo para a exploração das cavernas, e o visitante deve estar imbuído de espírito de aventura para enfrentar as esburacadas estradas de terra. Mas acredite o passeio lhe trará grandes recordações e qualquer dificuldade será apenas um detalhe.



A Caverna “Terra Ronca”, que deu nome ao parque, é a mais importante e espetacular caverna do complexo e também a mais visitada. A Terra Ronca é dividida em Terra Ronca 1 e 2, em razão de um desabamento ocorrido há milhares de anos que dividiu o acesso da caverna em dois.
Camufladas entre a paisagem ressequida do cerrado, e emolduradas pelo suave contorno da Serra Geral de Goiás, as cavernas do Parque, oferecem um ecoturismo de grande aventura, recheado de emoção e adrenalina.
A 485 km de Brasília, o município goiano de São Domingos é a principal porta de entrada para o Parque Estadual de Terra Ronca (PETeR), uma área de 57 mil hectares, considerada uma dos maiores concentrações de cavernas da América Latina e um dos destinos deste tipo mais respeitados do planeta.
A área protegida, com corredores subterrâneos formados há 600 milhões de anos, abriga 200 cavernas secas e outras 60 molhadas, cujo acesso exige cruzar rios interiores que rasgam a escuridão.
Dentro do parque, apenas 17 grutas estão abertas para visitação. E isso já é suficiente para vivenciar uma das experiências cênicas mais impactantes do Brasil. Só para ter a dimensão, o PETeR abriga sete das 30 maiores cavernas do País, com extensões que ultrapassam mais de 14 km de canais interligados.
A formação rochosa que dá nome ao parque está a 50 km de São Domingos e tem números grandiosos. Sua entrada, uma das maiores bocas naturais de caverna no Brasil, tem 96 m de altura - o mesmo que um prédio de 36 andares - e 120 m de largura - equivalente ao comprimento de um campo de futebol.
O local é acessado por uma trilha breve, com rochas de calcário e árvores típicas do Cerrado, como gameleiras. Cortada pelo Rio da Lapa, cuja transposição é obrigatória em alguns trechos, a caverna de Terra Ronca abriga salões iluminados naturalmente e outros mais profundos, que exigem o uso de luz artificial.
A 8 km dali, a caverna São Bernardo 2 faz o nível da adrenalina subir. Com 2 km de extensão e dona de um dos cenários mais impactantes de um complexo de três grutas, o local tem boca de 40 m de diâmetro com acesso por uma dolina, como são chamadas as depressões formadas pela infiltração de água ou pelo desmoronamento do teto de uma caverna.

Passada a etapa da descida íngreme a 45º até o interior da São Bernardo, o visitante ainda precisa cruzar um rio pouco convidativo (tanto por sua velocidade quanto pela baixa temperatura), caminhar com água até a cintura e se equilibrar entre rochas para atravessar áreas mais perigosas.
Tudo isso sob total escuridão: a única luz vem do capacete de cada um dos visitantes.
Os destaques dali são o encontro das águas dos rios São Bernardo e Palmeira, dentro da própria caverna, e o Salão de Pérolas, onde repousa uma espécie de ninho de pedras brancas arredondadas, que dão nome ao local.
Já a Lapa da Angélica, com pouco mais de 14 km de extensão, é a mais extensa de todo o parque e é uma das dez maiores do Brasil, segundo o Cadastro Nacional de Cavernas, divulgado pela Sociedade Brasileira de Espeleologia.
Ainda que seja uma das atrações de fácil acesso, essa caverna é exigente, sobretudo com quem não está acostumado a andar em terrenos escorregadios e de teto baixo. Em certos trechos, é necessário o uso de cordas.
A Angélica é conhecida pela grande quantidade de salões naturais e cortinas, com estalactites e estalagmites milenares de formas surreais.
Essa e todas as outras cavernas da região de Terra Ronca ainda são ilustres desconhecidas do viajante brasileiro com alma mais aventureira. Inclusive entre os próprios goianos, que ainda veem o destino como um paraíso distante e exótico. E olha que Goiás está entre os cinco estados com o maior número de cavernas do País: são 718, para ser mais exato, segundo o Cadastro de Cavernas do Brasil.
fonte dos textos e fotos: - uol.com.br / Thymonthy Becker / Divulgação / Governo de Goiás 


CONHEÇA O ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL


OS SONHOS QUE SONHEI
O ARMÁRIO DE PASAR ROUPAS

Estava passando a roupa dentro do armário onde ela fica guardada, mas deixei o ferro de passar cair
Estava num cômodo de uma casa, onde havia um armário. Abri este armário e vi que dentro dele tinha uma tomada para ligar aparelho elétrico. Nisto peguei um ferro de passar roupa e liguei-o nesta tomada e comecei a passar roupa, dentro deste armário. Uma pessoa chegou perto de mim e disse que com aquela tomada, ficava tudo mais fácil. Coloquei o ferro em cima da prateleira do armário, mas ele caiu no chão. Quando eu o peguei, vi que ele tinha quebrado e um grande pedaço tinha se desprendido. Então disse a tal pessoa, que o pedaço que faltava, não atrapalhava passar roupa, pois era só a ponta do ferro de passar.

Destacamos para você